sábado, 14 de março de 2026

TV, internet e participação estudantil: começa a nova temporada do Imprensa Jovem no Ar

 


Iniciamos a terceira temporada do programa Imprensa Jovem no Ar. Quadro do Programa Boas Práticas Escolares da TV Cultura, o programa telejornalísco discuti temas de interesse social a partir do olhar e DNA dos estudantes. Ontem realizamos a gravação de um episódio dedicado ao tema Feminismo, que trouxe como ponto de partida o trabalho do Coletivo Feminino da escola. A produção também contou com a participação de especialistas convidados, ampliando o diálogo e aprofundando a reflexão sobre o tema.

Mariana Braga da Unesco é entrevistada pelo estudante do Imprensa Jovem da EMEF Sebastião Francisco, O Negro

Utilizando recursos de videochamada, conseguimos integrar diferentes vozes ao programa, garantindo falas potentes e qualificadas. A conexão entre TV e internet se mostra, cada vez mais, uma solução criativa para promover a comunhão de ideias e perspectivas em um produto de comunicação pública, que valoriza o diálogo entre estudantes, educadores, especialistas e comunidade.

Ao longo desta temporada, que contará com 52 programas, cada episódio trará a participação de especialistas em conversa direta com crianças e adolescentes, fortalecendo um espaço de escuta, expressão e aprendizagem coletiva. Junto com educadores e a comunidade escolar, pretendemos apresentar conteúdos de interesse social, exibidos semanalmente às quartas-feiras, às 20h, e aos domingos, às 11h.

1o programa Imprensa Jovem no Ar sobre ECA Digital 

Além de informar e inspirar, os programas também poderão servir como referência para planos de aula, ampliando o uso pedagógico dos conteúdos produzidos pelos estudantes. Essa iniciativa integra uma das estratégias que chamamos de Academia Imprensa Jovem, um espaço de formação que articula prática, reflexão e produção midiática no contexto escolar.

A cada ano, percebemos a necessidade de reinventar os modelos de participação dos estudantes nos processos de Educomunicação. Nesse sentido, produzir televisão na escola abre portas para novas oportunidades de expressão criativa, protagonismo juvenil e fortalecimento da democracia.

Como nos inspira o educador Paulo Freire, a educação se constrói no diálogo, na escuta e na participação ativa de todos.

Paulo Freire vive. 

Por Carlos Lima - Professor Educomunicador 

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