Iniciamos a terceira temporada do programa Imprensa Jovem no Ar. Quadro do Programa Boas Práticas Escolares da TV Cultura, o programa telejornalísco discuti temas de interesse social a partir do olhar e DNA dos estudantes. Ontem realizamos a gravação de um episódio dedicado ao tema Feminismo, que trouxe como ponto de partida o trabalho do Coletivo Feminino da escola. A produção também contou com a participação de especialistas convidados, ampliando o diálogo e aprofundando a reflexão sobre o tema.
Utilizando recursos de videochamada, conseguimos integrar diferentes vozes ao programa, garantindo falas potentes e qualificadas. A conexão entre TV e internet se mostra, cada vez mais, uma solução criativa para promover a comunhão de ideias e perspectivas em um produto de comunicação pública, que valoriza o diálogo entre estudantes, educadores, especialistas e comunidade.
Ao longo desta temporada, que contará com 52 programas, cada episódio trará a participação de especialistas em conversa direta com crianças e adolescentes, fortalecendo um espaço de escuta, expressão e aprendizagem coletiva. Junto com educadores e a comunidade escolar, pretendemos apresentar conteúdos de interesse social, exibidos semanalmente às quartas-feiras, às 20h, e aos domingos, às 11h.
1o programa Imprensa Jovem no Ar sobre ECA DigitalAlém de informar e inspirar, os programas também poderão servir como referência para planos de aula, ampliando o uso pedagógico dos conteúdos produzidos pelos estudantes. Essa iniciativa integra uma das estratégias que chamamos de Academia Imprensa Jovem, um espaço de formação que articula prática, reflexão e produção midiática no contexto escolar.
A cada ano, percebemos a necessidade de reinventar os modelos de participação dos estudantes nos processos de Educomunicação. Nesse sentido, produzir televisão na escola abre portas para novas oportunidades de expressão criativa, protagonismo juvenil e fortalecimento da democracia.
Como nos inspira o educador Paulo Freire, a educação se constrói no diálogo, na escuta e na participação ativa de todos.
Paulo Freire vive.
Por Carlos Lima - Professor Educomunicador


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